sábado, 12 de junho de 2010
Desmascarando os Gideões - Parte II you tube
Veja esse vídeo e tenha o seu dicernimento. Mas a palavra do Senhor nos afirma dessa maneira olhai para o alvo que é Jesus pois ele é perfeito só ele!!!!!!
sexta-feira, 11 de junho de 2010
“E, quando aparecer o Sumo Pastor, alcançareis a incorruptível coroa da glória.” I Pedro 5.4.
“Eu sou o bom pastor; o bom pastor dá a sua vida pelas ovelhas.” João 10.11.
No dia 10 de junho, comemora-se o Dia do Pastor. Mas o que é ser um pastor? A Palavra de Deus diz que pastor é aquele que cuida das ovelhas e diz que Jesus é o Sumo Pastor.
Pastor é aquele que zela, que procura o bem estar, que escuta, que quer bem.
Pastor é aquele que não mede esforços para ir atrás, apenas de uma ovelha do rebanho que tenha se perdido.
Pastor é aquele que muitas vezes se priva de prazeres comuns, em prol da ovelha. Que doa seu tempo, sua vida e até mesmo seu dinheiro.
Pastor é aquele que muitas vezes trás a marca da dor pela perda de um irmão querido e na face sobriedade que possa consolar aqueles dele esperam tirar forças.
Pastor é aquele que muitas vezes sufoca o gemido é amigo e pra muitos é pai!
O pastor, procura ser o exemplo dos fiéis, procura ser justo e nunca ser instrumento de peso para a ovelha.
O pastor sabe que a recompensa pelas noites mal dormidas, pelos aconselhamentos, pelas privações financeiras... vem do Senhor.
O pastor AMA as ovelhas e por isso se doa por elas. O pastor reflete Jesus!
Dentre tantos personagens bíblicos citados na Bíblia que exerceram o pastoreio, podemos citar o pastor de uma grande igreja – Moisés.
A Palavra de Deus relata que ele foi o homem mais manso da terra, no entanto frente a obstinação de um povo rebelde, teve uma atitude precipitada que lhe impediu de entrar na terra prometida.
Mais adiante no episódio do Bezerro de Ouro, Moisés intercedeu pelo povo junto ao Senhor e num ato de amor extremo, disse ao Senhor que preferia que o seu nome fosse tirado do livro da vida, a ver o povo dizimado! Ref:. Exôdo 32.32.
Moisés amou o povo! Jesus o Sumo Pastor amou a humanidade e se entregou por ela! A pessoa que vive verdadeiramente o chamado pastoral é capaz de dar sua própria vida pela ovelha!
Por isso e tantas outras qualidades atribuídas aos verdadeiros pastores, não apenas felicitações, mas gratidão!
Senhor, louvamos-Te pela vida de homens e mulheres de Deus que doam as suas vidas em prol das boas novas e de suas ovelhas. Guarda-os o Pai do perigo e prospera-os oh Pai para louvor do Teu nome. Porque aquele que é chamado pastor, bem como as responsabilidades atribuídas é precioso aos Teus olhos. Pedimos que guarde também sua família e que as bênçãos mais doces, mais especiais lhe sejam atribuídas.
Louvamos-Te porque um dia enviaste o Sumo Pastor das nossas almas para nos salvar e nos libertar.
Em nome d'Ele - Jesus Cristo, oramos
Amém.
Para meu amigo Alcion.
domingo, 6 de junho de 2010
sábado, 5 de junho de 2010
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Galatas
Gálatas eram um povo celta da Antiguidade, habitantes da província romana da Galácia, no centro da atual Turquia.
No século III a.C., houve uma grande migração de gauleses para oriente, percorrendo toda a Grécia e chegando até a Ásia Menor onde, após grandes confrontos com os reis de Pérgamo Eumenes I e Atalo I, foram rejeitados por estes e dirigiram-se para a zona central da Capadócia, na qual se assentaram formando uma região que passou a chamar-se Galácia e portanto os seus habitantes (os gauleses) passaram a chamar-se gálatas.
A cidade de Ancara passou a ser a capital desta região, com o nome de Ancyra.
Epístola aos Gálatas
A Epístola aos Gálatas (conhecida também apenas como Gálatas) é a epístola que o apóstolo S. Paulo redigiu aos gálatas.[1][2]
Foi escrita, provavelmente, por volta dos anos 55-60 depois de Cristo (foi provavelmente a primeira carta que Paulo escreveu). E era endereçada inicialmente às igrejas da Galácia, uma região da Ásia Menor.
Seu propósito era combater os "judaizantes" (judeus que afirmam que os gentios para serem salvos, tinham que ser circuncidados e guardar todas as leis de Moisés). A espístola é uma defesa da doutrina da justificação pela fé, advertências contra a reversão ao judaísmo, e a vindicação do apostolado de Paulo.
Esta carta tem sido chamada de A carta magna da igreja por alguns escritores. Seu principal argumento é a defesa da liberdade cristã em oposição ao ensino dos judaizantes. Estes falsos mestres insistiam que a observância das cerimônias da lei era parte essencial do plano de salvação.
